sábado, 31 de dezembro de 2011

Books: The Leadership Hall of Fame

We have spent a year looking at the most influential business books and authors. Here is a complete syllabus for an education in being a leader. Which are your favorites? And which leadership classics did we miss?

Getting Things Done

David Allen, Getting Things Done

"How Bad Plans And "Good Ideas" Ruin Meetings"


On Becoming A Leader

Warren Bennis, On Becoming A Leader

"Leadership Is About Taking The Long View"


The One Minute Manager

Ken Blanchard, The One Minute Manager

"The First Secret: One Minute Goals"


What Should I Do With My Life

Po Bronson, What Should I Do With My Life?

"Parasite Entrepreneurism"


First Break All The Rules

Marcus Buckingham, First, Break All The Rules

"Even In The Office, Casting Is Everything"


Reengineering the Corporation

James Champy, Reengineering The Corporation

"Why Companies Will Change Or Fail"


The Innovator's Dilemma

Clayton Christensen, The Innovators Dilemma

"Why Companies Fail to Innovate"


Good to Great

Jim Collins, Good to Great

"How To Create A Business Where The Truth Is Heard"


The 7 Habits of Highly Effective People

Stephen R. Covey, The 7 Habits of Highly Effective People

"Using Empathic Listening to Collaborate"


Flow

• Mihály Csíkszentmihályi, Flow

"Reclaim Your Life, One Experience At A Time"


The Effective Executive

• Peter Drucker, The Effective Executive

"Who Is an Executive?"


Never Eat Alone

Keith Ferrazzi, Never Eat Alone

"The Art of Audacious Conversation"


The 4-Hour Workweek

Tim Ferriss, The 4-Hour Workweek

"Killing Your Job"


The Rise of the Creative Class

Richard Florida, The Rise of the Creative Class

"Values of the Creative Class"


The Tipping Point

Malcolm Gladwell, The Tipping Point

"On Connectors, Mavens, And Salesmen: How New Ideas Spread Like Seeds"


Purple Cow

Seth Godin, Purple Cow

"Better Business Through Changing Behavior"


What Got You Here, Won

Marshall Goldsmith, What Got You Here, Won't Get You There

"Goal Obsession: The Flaw That Creates More Flaws"


Made to Stick

Dan Heath, Made to Stick

"How Do You Make Your Business Ideas Concrete? Look to Hamburger Helper"


Blue Ocean Strategy

W. Chan Kim and Renée Mauborgne, Blue Ocean Strategy

"Navigate Blue Oceans To Undiscovered Business Opportunities"


In Search of Excellence

Tom Peters, In Search of Excellence

"Walmart and HP: Founded on People Power"


Free Agent Nation

Daniel Pink, Free Agent Nation

"The First Rule Of Being Your Own Boss? Be Authentic."


The Fortune at the Bottom of the Pyramid

• C.K. Prahalad, The Fortune At The Bottom Of The Pyramid

"The Fortune At The Bottom Of The Pyramid"


The Paradox of Choice

Barry Schwartz, The Paradox of Choice

"The Paradox Of Expanded Choices: What Too Much Of A Good Thing Means For Consumers"


Practically radical

William C. Taylor, Practically Radical

"The Company as Community: Threadless Puts Everyone in Charge"


Fonte: Fast Company

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Nova lei elimina distinção entre trabalho na empresa ou a distância

Imagine trabalhar em casa, com horário flexível e carteira assinada? No Brasil, milhões de pessoas fazem isso. Uma lei publicada em dezembro modificou a CLT para incluir o teletrabalho e garantir direitos a esses profissionais.

Tem mesa vazia no escritório. Tem mesa ocupada em casa. Há cinco anos, o gerente de negócios Leandro Guedes trabalha a distância como outros 150 funcionários da empresa dele. Onde estiver, pelo computador ou pelo celular, fecha negócios com os clientes.

“Se você tem mais facilidade em se deslocar, se otimiza melhor o seu tempo, a sua performance no trabalho também vai melhorar”, diz.

Uma lei sancionada no meio de dezembro que alterou o artigo sexto da CLT determina que não há distinção entre trabalho na empresa, em casa ou a distância. A lei é uma tentativa de acompanhar o avanço da tecnologia e o aumento da preocupação com qualidade de vida. Agora, oficialmente, não importa mais o local de trabalho, mas se o trabalhador executa a tarefa determinada pela empresa.

O funcionário que trabalha longe do escritório e é registrado tem os mesmos direitos dos outros, como hora extra, adicional noturno e assistência em caso de acidente de trabalho. O controle das horas e a supervisão do trabalho podem ser feitos por meios eletrônicos, como, por exemplo, leitor de impressão digital.

“Na prática, temos mais segurança jurídica. As empresas vão se sentir mais seguras para contratar mais trabalhadores a distancia, inclusive aqueles que são portadores de necessidades especiais”, avalia o advogado Roberto Baungartner.

Hoje, estima-se que dez milhões de pessoas trabalhem a distância no Brasil. “As cidades vão ganhar com isso, porque as pessoas não precisam se deslocar todos os dias para as suas empresas, e os carros vão ficar em casa. Menos poluição, menos trânsito”, analisa Alvaro Augusto Araújo Mello, presidente da Sociedade Brasileira de Teletrabalho.

Na empresa de Leandro, quem fica em casa tem horário flexível, mas o chefe acompanha tudo de longe. A companhia banca móveis, equipamentos e energia elétrica. Mesmo assim, conseguiu reduzir custos porque diminuiu o número de escritórios.

“Nós economizamos R$ 3,5 bilhões nos últimos seis anos, e temos um índice de 90% de satisfação dos colaboradores, que dizem que não voltariam a trabalhar no escritório”, conta a diretora de recursos humanos Edna Bedani.

“Consigo estar mais com a minha família. Enfim, é vida pessoal, é qualidade de vida”, conclui Leandro.

Obs. clique na imagem para abrir o vídeo da matéria no JN

Fonte: G1 e Jornal Nacional

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Indústria de implementos rodoviários comemora desempenho de 2011


Os fabricantes de implementos rodoviários (reboques, semirreboques, carroçarias sobre chassis, 3º eixos, bitrens e rodotrens) – que respondem por 68.000 empregos diretos e indiretos - estão comemorando o excelente desempenho do setor durante o exercício de 2011.

De acordo com Cesar Pissetti, vice-presidente do Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (Simefre), a indústria está encerrando o exercício com vendas 7,5% maiores do que as registradas no ano anterior.

Pissetti acredita que o setor deve emplacar até o final de dezembro cerca de 183 mil unidades, contra os 170 mil implementos emplacados em 2010. Com esse resultado, a indústria deve faturar cerca de R$7,5 bilhões, ante os R$ 6,8 bilhões de 2010 (considerando-se as vendas dos equipamentos completos e peças).

Influência positiva

Segundo ele, o resultado global da indústria foi impulsionado pelo bom comportamento do agronegócio e o pelo preço das commodities agrícolas, que ajudou os produtores brasileiros a se capitalizarem e realizarem investimentos. Outro fator considerado muito positivo, o qual deve continuar influindo positivamente nos próximos anos é o aquecimento do mercado da construção civil (impulsionado pelas obras do PAC I e II), não esquecendo as obras preparatórias para Copa 2014, Olimpíada em 2016, Pré-Sal e outros. A disponibilidade de crédito (Finame e PSI) a juros e prazos acessíveis, também refletiu, assim como os investimentos em infraestrutura no Brasil, o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) com alíquota igual a 0%, aumento quantitativo e do poder aquisitivo da classe média e crescimento do PIB (Produto Interno Bruto).

Influência negativa

O desempenho dos fabricantes de implementos rodoviários poderia ter sido melhor não fossem alguns fatores que contribuíram negativamente para o resultado. Entre eles, Pissetti menciona a: inflação acima da meta; tendência de desaceleração do consumo pelo alto endividamento; lenta recuperação americana e crise na região do Euro; baixa competitividade brasileira devido câmbio; aumento de preços devido obrigatoriedade de caminhão 6x4 para bitrem e protetor lateral para semirreboques; infraestrutura e logística deficientes; falta de clareza no Programa Brasil Maior e escassez de mão-de-obra qualificada.

Dos emplacamentos esperados para 2011, Pissetti estima que os implementos da linha pesada deverão responder por 57 mil unidades e os da linha leve por 126 mil unidades. “As exportações serão responsáveis por aproximadamente 5.000 unidades de linha pesada, ante as 4.468 unidades exportadas em 2010”, diz o vice-presidente do SIMEFRE.

Perspectivas para 2012-No entender do vice-presidente do SIMEFRE, a indústria fabricante de implementos rodoviários trabalha com perspectivas bastante positivas para 2012. Os fabricantes deverão emplacar cerca de 193 mil unidades (linha leve e pesada), resultado que será 5,4% maior do que os 183 mil implementos projetados para 2011 no mercado interno.

A previsão para exportação em 2012 fica em torno de 5000 unidades de linha pesada, repetindo 2011. Com este resultado, o faturamento das empresas da área deverá ser da ordem de R$ 7,9 bilhões.

Quando dividimos a expectativa de 2012 por linha de produtos, projetamos para o segmento de reboques e semirreboques, o emplacamento de 58,5 mil unidades, com crescimento de 2,6% sobre as 57 mil de 2011. Já as carroçarias sobre chassis responderão por 134,5 mil unidades, crescendo 6,7% sobre as 126 mil unidades emplacadas no exercício que termina.

Os fatores que poderão influenciar positiva e negativamente o setor em 2012 são basicamente os mesmos dos registrados nos dois últimos anos.

Fonte: Intelog

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

2011 será outro bom ano, mas fabricantes de caminhões estão apreensivos com 2012


As previsões se confirmaram: 2011 será mais um ano com recorde de vendas de caminhões. A julgar pelo acumulado de janeiro a novembro deste ano (157.241 unidades) contra o mesmo período do ano passado (140.223 veículos), registrando acréscimo de 12,1% nos negócios realizados, independente de dezembro, que normalmente se vende menos, este ano fecha perto de 170 mil unidades.

No acumulado deste ano, com exceção da Scania (que teve queda de 11% nas vendas), todas as demais fabricantes registraram crescimento. Destaque para a Volvo, que registrou expansão de quase 30% e Iveco, que deu um salto de 25,5% nos negócios do ano passado para este. A nacional Agrale também consta no grupo das fabricantes que mais cresceram registrando 20,2% mais vendas este ano que no ano passado.

Maior acesso a financiamento, juros em leve declínio e, principalmente, antecipação das compras de veículos Euro 3 são as principais razões pela destacada expansão das vendas de caminhões, de acordo com Cledorvino Belini, presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).

O mês de novembro deste ano registrou vendas de 13.441 caminhões, uma pequena queda de 3,2%, em relação a outubro (13.882 unidades). Comparando com novembro do ano passado (14.566 veículos) a queda foi de 7,7%. Para Belini, com mais crédito e juros menores, todo o setor automotivo pode crescer entre 4% a 5% no ano que vem.

Contudo, as previsões não são tão otimistas para o segmento de caminhões. Marco Saltini, diretor de assuntos governamentais e institucionais da MAN Latin America, prevê queda de 10% nas vendas totais de caminhões no ano que vem em comparação com este ano, em função dos preços mais elevados dos veículos que atendem a Euro 5. O presidente da MAN, Roberto Cortes, defende a criação de um “Finame Verde” para os veículos produzidos no ano que vem como tentativa de se reverter ou minimizar esta tendência de queda.

Fonte: Mauro Cassane / Portal Brasil Caminhoneiro

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Golf: The Abominable Game That Won't Help Your Career

Por Craig Chappelow

On a summer day in 1975, I stepped up the tee at the Liberty Country Club. It was the first time I ever played on a real golf course.

My father stood back and watched as I drew back and swung as hard as I could. The head of the club clicked so solidly and cleanly against the ball that I barely felt the impact in my hands. The ball rocketed off of the tee and flew straight as an arrow down the fairway into the humid Indiana afternoon. It bounced twice then stopped 50 yards directly in front of the green.

It was a beautiful shot--absolutely beginner's luck--and it was my finest moment as a golfer.

It was a fast nose dive into misery from that moment on. I was never able to replicate the combination of factors that produced that heavenly shot, and the rest of that afternoon was spent learning the ridiculous and arcane protocol that surrounds the world’s most frustrating sport. And I’m pretty sure I sweated completely through my belt.

There’s so much to hate about golf. The cost. The time it consumes. Live golf cams. People who talk about golf. (I know, that’s exactly how I started this post. I’m ashamed of myself.) I especially hate the TV commercials for The Masters. Who needs the tinkling background piano and Jim Nantz’s hushed tones about the tradition of Augusta National ruining the bliss of March Madness?

But the worst thing about golf is the notion that you can’t be successful in business unless you play it. Rubbish. I think that myth was created by people who like to play golf and would like to keep playing--on company time. I get the premise--meeting a client out of the office provides an opportunity to connect on a personal level, find common ground, be a host, and connect in a more relaxed setting. 

But times are changing. Fewer people are playing golf (which means fewer clients are playing golf), and companies are cutting back on club memberships and other golf-related perks. A recent article in The Wall Street Journal reports that “The business of building new courses in North America is almost completely dead.” Don’t confuse your career path for the cart path.

In the guidebook Keeping Your Career on Track, my colleague Jean Leslie and I identify 20 strategies for leadership success--only a few of which can be learned on the golf course.  Here are five lessons that help leaders adapt and change. Spending a ton of time on the links probably won’t help you develop them:

1. Consider if you are stuck in the past

Has your career progressed from a technical role to a managerial to a leadership role? Have your skills transitioned with you or are you still leaning on your old repertoire?

2. Develop informal feedback sources

Look both in and outside of your organization for people who have an opportunity to see you interact with others.  When you ask for an opinion, for heaven’s stake, quit fidgeting, stop looking at your BlackBerry, and listen.

3. Be realistic about the culture of your organization

You don’t play politics? What does that mean? Do you even know how decisions get made in your organizations? Figure it out and roll with it.

4. Look up 

Learn what skills are necessary for the job above you. Watch how people at that level interact with each other. In what ways are the rules different? Is the word “Dude” ever appropriate with your boss or her peers?

5. Continually increase your self-awareness

The cornerstone of any work we do with leaders at the Center for Creative Leadership always starts in the same place--with an open and honest look at one’s strengths and weaknesses.

Okay, this last one could be developed on the golf course. Paying attention to how you manage your competitive streak, the way you interact with others, and how you handle a disappointing shot are all matters of self-awareness that can be monitored and developed during a round.  But golf isn’t the only way to do that, either. Have you considered hot yoga?

Fonte: Fast Company

Carros importados respondem por 23% das vendas


As importações neste ano também vão bater recorde e devem responder por mais de 23% das vendas totais. Até novembro foram licenciados 763,7 mil veículos fabricados fora do País, número 32,3% superior ao de 2010. No mesmo período, as vendas de carros nacionais caíram 1,4%, para 2,521 milhões de unidades.

Cledorvino Belini, da Anfavea, acredita que o aumento de 30 pontos porcentuais na alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros importados de fora do Mercosul e México - que entra em vigor no dia 16 -, vai mudar o mix entre produção nacional e importados. “O carro nacional deverá ocupar mais espaço dentro desse mix”.

As montadoras respondem por 85% das importações e trazem produtos principalmente da Argentina e México, para onde também exportam.

De janeiro a outubro, 44% dos importados vieram da Argentina, 19% da Coreia, 13% do México, 9,3% da China, 7,7% da Europa e 3,7% do Japão.

Foto: O Estado de S. Paulo

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Ticket lança o Ticket Frete e entra no mercado de gestão de fretes

A Ticket, atuante no mercado de frota pesada com o Ticket Car para a gestão das despesas com abastecimento, expande seus negócios e lança produto voltado ao mercado de gestão de fretes a fim de facilitar o gerenciamento de pagamentos realizados aos motoristas autônomos que prestam serviços as transportadoras. O Ticket Frete utiliza bandeira MasterCard e foi criado com o objetivo de ser uma ferramenta prática, moderna e segura para agilizar o pagamento do serviço, combustível, alimentação, oficinas e demais despesas de viagem com a garantia de um meio eletrônico de pagamento.

Com disponibilidade para saques na rede Cirrus, bandeira exclusiva da MasterCard para utilização em caixas eletrônicos, o cartão pré-pago Ticket Frete conta com toda a experiência Ticket de gestão de frota, sendo adaptável a qualquer solução de pedágio. Além disso, poderá ser utilizado em mais de 1,8 milhão de estabelecimentos comerciais credenciados à MasterCard no Brasil, que vão desde grandes redes até pequenos estabelecimentos na beira da estrada, passando pelos centros comerciais e os vilarejos do interior.

Homologado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, o Ticket Frete também contribui para o novo mercado de frete que movimenta cerca de R$60 bilhões ao ano, segundo estimativas da ANTT.

“A Ticket acumula 20 anos de experiência no mercado de gestão de frotas, sendo líder nessa atividade. Com todo esse know-how, temos uma melhor percepção das necessidades desse segmento. O mercado de frete é, de certa forma, carente de soluções customizadas, o que significa um nicho importante a ser explorado, com promissoras oportunidades de crescimento de nossos negócios no mercado de frota pesada, por isso estamos confiantes” enfatiza Eliane Aere, diretora da Unidade de Negócios Ticket Car.

“O Ticket Frete vem para agregar valor aos negócios de transportadoras e caminhoneiros autônomos, facilitando os processos e o dia a dia dos profissionais. A novidade proporcionará maior segurança e comodidade para o caminhoneiro, que poderá comprovar sua renda com o informe anual de rendimento - importante para financiamento do caminhão e outros bens - receber pelo serviço com datas acordadas e obter descontos e promoções exclusivas em combustíveis, alimentação entre outros. Já as transportadoras gerenciarão o contrato com maior facilidade, sem perder a qualidade do serviço, já que a quitação do frete só é liberada após a confirmação de recebimento e conferência do produto”, complementa Marco Mamari, diretor de Marketing e Produto do Ticket Car.

Em busca de soluções e inovações para o mercado, a Ticket investe no desenvolvimento de novos produtos. “Nossa intenção em criar um serviço voltado à gestão de fretes é proporcionar maior segurança para as empresas na hora de contratar terceiros e maior conveniência para os caminhoneiros utilizarem os créditos recebidos. A transportadora será capaz de acompanhar o relatório de movimentação e viagem em tempo real via web, até a confirmação da entrega da carga. Outro diferencial é que o cartão será sempre do caminhoneiro e, caso ele preste serviço para outras transportadoras clientes do Ticket Frete, ele receberá os créditos no mesmo cartão”, ressalta Eliane Aere.

Dentre outros benefícios, os meios eletrônicos de pagamento trazem a possibilidade da participação dos caminhoneiros em programas de fidelidade como o Surpreenda, que gera benefícios diretos aos usuários que pagam suas compras com os cartões da bandeira MasterCard e o Benefício Club – clube de vantagens para os usuários dos produtos Ticket . Segundo dados da ANTT hoje há aproximadamente 511 mil caminhoneiros autônomos registrados em atividade.

Como funciona o Ticket Frete- A transportadora contrata o motorista autônomo e realiza o pagamento do serviço por meio do Ticket Frete, podendo, inclusive, programar as datas em que os créditos ficarão disponíveis no cartão. Desde o início da viagem, o cartão está habilitado a realizar saques, compras em postos, oficinas, borracharias, supermercados, farmácias, restaurantes, lojas e outros estabelecimentos credenciados MasterCard. Uma vez a carga entregue no ponto de destino, com a devida confirmação, é realizada a quitação do frete e liberação do restante do pagamento ao caminhoneiro. Além disso, o caminhoneiro terá maior segurança, uma vez que levará consigo um meio eletrônico de pagamento, o que garante mais conveniência e praticidade, sem custo de adesão ou manutenção, e sem a necessidade de abertura de conta bancária.

Para o contratante, o Ticket Frete permite o gerenciamento total da viagem através da composição do frete por valores separados, com opção de pagamento do adiantamento em datas programadas e acesso em tempo real via web de: extrato financeiro (crédito e utilização), relatório de movimentação de viagem e pesquisa de caminhoneiros. Além disso, caso o contratante possua frota própria, ele ainda poderá contratar serviços exclusivos como a gestão de tacógrafo, telemetria para monitoramento online da carreta e informações sobre o volume real de emissão de CO2 dos veículos contratados, tendo uma visão completa de gestão.

Ticket- Presente no Brasil desde 1976, a Ticket conquistou a liderança histórica do setor de refeição-convênio, com o Ticket Restaurante. Nestes 35 anos no País, a empresa também ampliou seu leque de atuação, com o lançamento de produtos inovadores como o Ticket Alimentação, Ticket Car e Ticket Transporte.

Com abrangência nacional, a Ticket atende a 57 mil empresas-clientes e mais de 5 milhões de usuários, com 4,2 milhões de cartões eletrônicos em operação aceitos em uma rede de 320 mil estabelecimentos credenciados em 4,8 mil municípios brasileiros.

A Ticket é uma empresa Edenred – que integra as empresas Ticket e Accentiv´ Mimética.
Edenred- Criadora do Ticket Restaurante® e líder mundial em cartões e vouchers de serviços pré-pagos, no Brasil, a Edenred integra as marcas Ticket® e Accentiv´Mimética, oferecendo soluções que proporcionam maior bem-estar às pessoas e apoio ao melhor desempenho das empresas

As soluções oferecidas pela Edenred estão divididas em três famílias de soluções: . Benefícios para os trabalhadores e cidadãos na área de alimentação (Ticket Restaurante e Ticket Alimentação), Transporte (Ticket Transporte) e de qualidade de vida (Ticket CESU, Childcare Vouchers, entre outros)|.Gestão de despesas profissionais (Ticket Car)|.Programas de incentivo e recompensa (Top Premium, Presente Perfeito).

Cotada na Bolsa de Valores de Paris, a Edenred está presente em 40 países e conta com 6 mil colaboradores, cerca de 530 mil empresas-clientes, 1,2 milhão de estabelecimentos credenciados e 34,5 milhões de usuários. Em 2010 seu volume de emissão em cartões e vouchers foi de 13,9 bilhões de Euros, sendo mais de 55% em países emergentes.

Fonte: Intelog / www.ticketfrete.com.br

Gasolina ainda é a mais econômica para brasileiros

gasolina
Em novembro, o etanol teve um aumento de 0,54% em seu preço, o que faz com que a gasolina ainda seja o combustível mais econômico para os brasileiros, já que a média nacional do derivado do petróleo equivale a 79,3% do preço cobrado pelo etanol. Segundo o Índice de Preços Ticket Car (IPTC), o preço do combustível vegetal é encontrado, em média, a R$ 2,302/l, enquanto pagou-se pela gasolina R$ 2,904/l. Em todos os estados brasileiros, a gasolina é o combustível mais econômico para proprietários de veículos flex.

Para motoristas que optaram por outras formas de abastecimento, como o Gás Natural Veicular (GNV), a média foi de R$ 1,784 m³. Quem abasteceu com diesel desembolsou cerca de R$ 2,129/l.

Rio - No mês de novembro, a gasolina se manteve como a melhor opção de abastecimento para motoristas cariocas, segundo pesquisa divulgada pelo Índice de Preços Ticket Car (IPTC). A Zona Sul do Rio de Janeiro é o local mais caro para abastecimento com etanol e gasolina, no bairro da Lagoa, por exemplo, quem abastece com gasolina desembolsa R$ 3,024/l e no Leblon, o etanol está R$ 2,527/l.

Já na região do Centro da cidade, estão os menores preços. Quem opta pelo bairro do Catumbi paga pela gasolina R$ 2,719/l e no mesmo bairro chega a gastar R$ 1,998/l pelo etanol. (Veja tabela completa abaixo). O mês foi marcado por estabilidade uma vez que tanto o etanol quanto a gasolina apresentaram variações discretas.

Com as alterações, as médias por litro são: gasolina R$ 2,961; etanol R$ 2,348; diesel R$ 2,057; biodiesel R$ 2,062 e GNV R$ 1,807 o m³.

Para quem tem veículo flex, a dica é fazer uma conta simples na hora de abastecer. "Divida o preço do etanol pelo da gasolina. Resultados inferiores ou até 70% dão vantagem para o combustível vegetal, mais que isso o derivado do petróleo é a melhor opção", explica Eduardo Lopes, coordenador de Produto do Ticket Car. "Vale a pena lembrar que mesmo nos casos de vantagem econômica para a gasolina, o etanol é sempre ecologicamente mais indicado", completa.

Fonte: Fecombustíveis

domingo, 25 de dezembro de 2011

Uso de celular ao volante é mais perigoso do que dirigir embriagado




A cada 10 minutos, uma pessoa é multada no Distrito Federal por usar o celular enquanto dirige. Quem cultiva o hábito nem sempre tem consciência do risco que corre.

Digitar mensagem de texto ao volante aumenta em 23 vezes o risco de acidente. Quem faz uma simples chamada fica quase seis vezes mais exposto, conforme aponta um estudo do Departamento de Transportes dos Estados Unidos.

O número de flagrantes nas vias da capital é considerado alto pelo Departamento de Trânsito (Detran). É consenso que boa parte dos motoristas escapa impune porque a multa depende exclusivamente da ação de agentes e o quadro desses profissionais é insuficiente para garantir fiscalização eficaz.

“Eu falo sempre. Às vezes, saio de casa no Lago Sul e chego ao Tribunal de Justiça falando ao celular. Nunca bati o carro por conta disso”, admite um advogado, que preferiu não revelar o nome. Perguntado se já foi flagrado alguma vez, ele responde que não e sai sorrindo.

Com o avanço da tecnologia móvel, as pessoas falam, enviam mensagens e consultam  a  internet. Para burlar a fiscalização, utilizam-se do  viva-voz ou usam o bluetooth, quando a voz de quem chama é enviada diretamente para o sistema de alto-falantes do veículo.

Práticas que nem sequer estão previstas no código de trânsito, mas são tão ou mais graves que apenas conversar ao telefone.

Pesquisa da instituição inglesa RAC Foundation revela que 45% dos condutores ingleses usam o celular para enviar torpedos.

O estudo identificou ainda que o envio de mensagens retarda o tempo de reação em 35%, percentual bem acima da demora provocada pelo álcool (12%) no organismo. Por isso, o hábito é tão perigoso.

O agente de viagem Francisco Lucas Alves, 27 anos, reconhece o erro e concorda ser arriscado usar o telefone móvel ao volante.

A mulher dele, a administradora Ana Paula Nogueira, 23, reprova a conduta do marido. “Não quero me esquivar da responsabilidade, mas, antes de pegar o celular, observo bem se o trânsito está viável. Mas que há o risco, isso não tenho dúvida. A gente lê nos jornais diariamente e acha que só acontece com os outros”, analisa.

Na família de Francisco Lucas não falta exemplo das consequências da desatenção ao guiar um automóvel. “Meu irmão foi olhar uma mulher bonita na calçada e colidiu com o carro da frente, que acertou outro veículo. O prejuízo foi de R$ 1,5 mil. Por sorte ninguém se feriu”, relata.

Segundos fatais

Quem insiste em fazer as duas coisas ao mesmo tempo, deve ficar atento aos fatos. A matemática, a física e a medicina já se dedicaram ao estudo desse comportamento e chegaram à mesma conclusão: é impossível ter a competência exigida ao volante falando ao telefone.

Mestre em transportes e professor do curso de engenharia civil da Fundação Educacional Inaciana (FEI), de São Paulo, Creso de Franco Peixoto explica o que chama de tempos e perdas de tempos.

Segundo o especialista, é consenso mundial que a pessoa demora 2,5 segundos para começar a frear diante de um imprevisto na rodovia, com o carro a 80km/h ou 100km/h.

“É 1,5s para perceber o obstáculo inesperado e 1s para reagir”, explica. “Se a pessoa está na cidade, o tempo de reação é menor: 0,75s.”

Os pesquisadores descobriram que o condutor leva 2s para digitar dois algarismos no celular. “Ela tira os olhos da via por 2s, acessa duas teclas, olha de novo para a pista e, assim sucessivamente”, relata Peixoto.

E para quem argumenta que apenas checa quem está ligando, uma outra pesquisa da FEI calculou o tempo necessário para o motorista pegar o telefone — no banco do passageiro — e ler o número de quem está chamando.

Os estudiosos descobriram que são necessários 4,5s. “O tempo é cinco vezes maior do que o necessário para você ver o obstáculo e reagir a ele para evitar uma colisão ou um atropelamento na cidade que podem ser fatais”, destaca Peixoto.

Punição

A infração está prevista no artigo 252, dirigir utilizando-se de fones nos ouvidos conectados a aparelhagem sonora ou de telefone celular é infração média, punida com multa de R$ 85,13.

Em alta

Usar o celular enquanto dirige foi a quarta infração mais flagrada no DF entre janeiro e julho deste ano.

Infração - Quantidade de multas
Excesso de velocidade - 383.284
Avanço de sinal vermelho - 98.915
Falta de cinto de segurança - 30.367
Falar ao celular - 24.051  (Fonte: Departamento de Trânsito Detran/DF)


Fonte: Correio Braziliense, Por Adriana Bernardes

Na estante do gestor: novidades literárias da semana

Os principais lançamentos da semana e a resenha de um livro em destaque.

CRÍTICA / CHINA

Livro analisa migração de poder dos EUA para a China

ÉRICA FRAGA
DE SÃO PAULO

"Se domínio é também ser capaz de não fazer o que outros querem que você faça, a enorme pilha de dólares e o amplo mercado da China já lhe garantiram domínio".

Essa é uma das muitas assertivas lançadas pelo economista indiano Arvind Subramanian nas páginas do seu recente livro "Eclipse" para tentar convencer o leitor de que o processo de migração de poder dos EUA para o gigante asiático já está a caminho e é irreversível.

Difícil é ler o livro (ainda não lançado no Brasil) e não ser convencido pelos argumentos de Subramanian ou, pelo menos, conceder ao autor o benefício da dúvida.

O texto do economista é bem escrito e traz argumentos provocativos. Vai além de qualificar com palavras, tentando quantificar as evidências presentes e probabilidades futuras que caracterizam um cenário em que a China se torna o poder dominante do mundo.

O livro começa com uma descrição ficcional de uma visita do presidente americano, em uma fria manhã de fevereiro de 2021, ao diretor-gerente chinês do FMI (Fundo Monetário Internacional). O objetivo do encontro: assinar uma linha de crédito emergencial para a falida economia americana.

A partir daí, Subramanian passeia um pouco pela história. Reconta acontecimentos que marcaram a transição de poder do Reino Unido para os EUA.

O autor ressalta que os EUA hoje são incapazes de impor mudanças à política econômica chinesa -como a manutenção de sua moeda subvalorizada, o que contrasta com o passado não muito recente.

Ele lembra que, quando a China resolveu se associar à OMC (Organização Mundial de Comércio), há uma década, foi forçada pelos líderes americanos a liberalizar seus mercados agrícola, de bens e serviços.

Mas o maior mérito de Subramanian é ir além dos argumentos retóricos. O economista constrói um modelo com variáveis quantificáveis que tenta mensurar o domínio econômico dos países. Riqueza econômica, poderio comercial e financeiro são as variáveis eleitas.

O modelo é aplicado tanto para o passado quanto para o futuro, com base em projeções do autor.

Os resultados -que impressionam por refletir muito bem o apogeu do domínio britânico no fim do século 19 e dos EUA por volta de 1950- indicam que a China estava bem próxima já dos EUA em 2010. Extrapolados apontam para uma China já dominante em 2020 e com o poder consolidado em 2030 (veja quadro acima).

Como qualquer exercício baseado em extrapolações em relação ao futuro, as conclusões de Subramanian podem se provar erradas.

Isso vale tanto para as projeções numéricas quanto para o fato de que a ascensão da China dependerá da decisão das autoridades do país de fazer reformas importantes, como o próprio autor admite.

Mas o livro tem o mérito de mostrar claramente como um mundo dominado pela China é uma realidade mais palpável do que muitos se arriscam a imaginar.

ECLIPSE: LIVING IN THE SHADOW OF CHINA'S ECONOMIC DOMINANCE
Arvind Subramanian
EDITORA PIIE
QUANTO US$ 17,56 (236 págs.)
AVALIAÇÃO Ótimo

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LANÇAMENTOS

#1- NACIONAIS

REDES SOCIAIS
O Novo Social Learning
Tony Bingham e Marcia Conner
EDITORA Évora
QUANTO R$ 44,90, estimado (188 págs.)
TRADUÇÃO Cristina Sant'Anna

Podendo ser lido de forma aleatória após o primeiro capítulo, o livro mostra como as novas mídias podem ajudar a promover a aprendizagem social nas empresas. Para os autores, esse processo, em que pessoas aprendem umas com outras, se acelerou com as mídias sociais.

EMPRESAS
A Pergunta Definitiva 2.0
Fred Reichheld, com Rob Markey
EDITORA Campus/Elsevier
QUANTO R$ 59,90 (224 págs.)
TRADUÇÃO Bruno Alexander
O livro gira em torno da seguinte questão: "Você nos recomendaria a um amigo?". O autor mostra como uma empresa pode transformar clientes em parceiros, que promovem sua imagem e trazem novos clientes, além de exemplos de empresas que montaram um "exército de promotores".


NEGÓCIOS
Empreendedorismo: Decolando para o Futuro
Glauco Cavalcanti e Márcia Tolotti
EDITORA Campus/Elsevier
QUANTO R$ 39,90 (176 págs.)

A obra é uma metáfora sobre voo livre que pode ser aplicada ao mundo corporativo. A relação do momento de realização profissional com a decolagem e do pouso com os resultados atingidos é um dos exemplos do que os capítulos trazem para o leitor.


TECNOLOGIA
Mercado Sombrio
Misha Glenny
EDITORA Cia. das Letras
QUANTO R$ 49,50 (384 págs.)
TRADUÇÃO Augusto P. Calil, George Schlesinger e Luiz de A. de Araújo

O autor investiga o crescimento do crime digital por meio de narrativa cujo fio condutor é o site "DarkMarket" -em que hackers vendiam dados bancários e pessoais, além de outros cibercrimes-, que vira um negócio milionário.


JORNALISMO
A Imprensa Rural no Brasil
João Castanho Dias
EDITORA Barleus
QUANTO R$ 120 (188 págs.)

Conta a história da imprensa agrícola e mostra os profissionais que atuam no setor (na obra, são 1.200 nomes). Além do texto, que começa com Pero Vaz de Caminha, considerado pelo autor o pioneiro no jornalismo agrícola no Brasil, o livro reúne fotos históricas, anúncios de itens como adubos e tratores e capas de revistas.


INFRAESTRUTURA
Energia Elétrica: Estatização e Desenvolvimento, 1956-1967
Marcelo Squinca da Silva
EDITORA Alameda
QUANTO R$ 44 (280 págs.)

Passando por marcos como o governo Vargas, a promulgação do Código de Águas e a criação da Eletrobras, o livro analisa a história do setor elétrico brasileiro -permeada sempre pelo embate entre a privatização e a nacionalização dos processos do setor.


#2- INTERNACIONAIS

MARKETING
Digital Assassination
Richard Torrenzano e Mark Davis
EDITORA St. Martin's Press
QUANTO US$ 25,99 (304 págs.) ou US$ 12,99 (e-book)

Dois especialistas em mídia, os autores mostram como qualquer um pode ter sua reputação destruída em pouco tempo na internet, em sites como o YouTube ou o Facebook. Além disso, eles dão conselhos específicos sobre como combater essa situação e virar a jogo contra os atacantes.


EMERGENTES
The Growth Map
Jim O'Neill
EDITORA Portfolio
QUANTO US$ 39 (272 págs.)

Responsável pelo nascimento do termo "Bric" (que designa os países emergentes Brasil, Rússia, Índia e China) há dez anos, o autor questiona no livro se esses países vão continuar crescendo no mesmo ritmo a alcançando os mesmos resultados que hoje e quais as outras economias que guiarão o crescimento do mundo no futuro.

por MARIA PAULA AUTRAN

Fonte: Folha de São Paulo

sábado, 24 de dezembro de 2011

Feliz Natal e um ótimo 2012!

De carona no caminhão do Papai Noel da MAN, que segue pelo interior da Alemanha distribuindo brinquedos para as crianças carentes, desejo a todos um Feliz Natal e um excelente 2012!!!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Os 10 mandamentos para o uso inteligente dos pneus de carga


Da calibragem periódica ao rodízio, as fabricantes de pneus sempre ressaltam que os motoristas que obedecem às recomendações técnicas de manutenção conseguem, sim, rodar mais e melhor. A Bridgestone faz abaixo uma relação com os 10 mandamentos para utilizar melhor os pneus de carga. Confira:

1) Calibrar os pneus semanalmente
De acordo com a indicação do manual do fabricante do veículo, manuais técnicos dos fabricantes de pneus ou norma da ALAPA (Associação Latino-Americana de Pneus e Aros).

2) Fazer o rodízio de pneus
Com periodicidade a ser definida em função de fatores operacionais e das práticas de manutenção do usuário.

3) Evitar sobrecarga no veículo
Excesso de peso compromete a estrutura do pneu e aumenta o risco de estouro ou de alterações estruturais importantes.

4) Fazer a manutenção preventiva de todo o veículo
Amortecedores, molas, freios, rolamentos, eixos e rodas atuam diretamente sobre os pneus.

5) Utilizar as medidas de pneus e rodas indicadas pelo fabricante do veículo, considerando também o emparelhamento de pneus duplos
As partes do veículo foram projetadas para interagirem de forma equilibrada. A utilização de pneus e rodas diferentes altera o equilíbrio.

6) Alinhar o sistema de direção e suspensão e balancear os pneus periodicamente
Isto deve ser feito sempre que: o veículo sofrer impactos fortes, ocorrer a troca de pneus, os pneus apresentarem desgastes irregulares, forem substituídos os componentes da suspensão e o veículo estiver “puxando” para um lado.

7) Utilizar o pneu indicado para cada tipo de aplicação
Rodar na cidade com um pneu destinado ao uso na terra (fora de estrada) provocará perdas no consumo de combustível, na estabilidade e na durabilidade das peças do veículo.

8) Observar periodicamente o indicador de desgaste da rodagem (TWI)
Este indicador existente em todo pneu mostra o momento certo para se efetuar a troca, reduzindo o risco de rodar com o pneu careca.

9) Não permitir o contato do pneu com derivados de petróleo ou solventes
Estes produtos atacam a borracha fazendo com que ela perca suas propriedades físico-químicas e mecânicas.

10) Evitar a direção agressiva, com freadas fortes e mudanças bruscas de direção
Nunca ignore a existência de lombadas, buracos e imperfeições de piso. Os melhores motoristas são aqueles que, mesmo rápidos, sabem poupar seus veículos e pneus.

Fonte: Brasil Caminhoneiro

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Mercado de carros se recupera e cresce 14,6%

As vendas da indústria automobilística tiveram recuperação de 14,6% em novembro na comparação com o mês anterior, somando 321,6 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus.

No ano, o setor acumula 3,28 milhões de unidades comercializadas, alta de 4,8% em relação a igual período de 2010.

Com esse resultado, dificilmente a previsão de vender 3,7 milhões de veículos em 2011 será atingida. Ainda assim, o resultado anual será recorde, pois deve superar os 3,5 milhões de carros vendidos no ano passado.

Para garantir o novo marco, as montadoras devem realizar diversas promoções, principalmente para desovar estoques de modelos da linha 2011/2011.

A General Motors saiu na frente e promove hoje e amanhã feirões nas fábricas de São Caetano do Sul, no ABC paulista, e de São José dos Campos, no Vale do Paraíba.

Para atingir a projeção feita no início do ano pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o mercado brasileiro teria de consumir mais de 400 mil veículos neste mês, número jamais atingido.

O recorde mensal até o momento é o de dezembro de 2010, com 381,5 mil unidades, quando houve uma corrida às lojas após o governo anunciar medidas de restrição ao crédito.

Para o diretor da consultoria ADK, Paulo Roberto Garbossa, o consumidor voltou às compras após o governo iniciar ações para afrouxar as restrições ao consumo.

“Talvez o próprio governo tenha percebido que as medidas do ano passado foram fortes demais.” Ontem, um pacote mais amplo de incentivo ao consumo foi anunciado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Só em automóveis e comerciais leves foram vendidas 305,3 mil unidades em novembro, 15,8% mais que no mês anterior, mas 2% menos que em igual mês de 2010.

No ano, as vendas do segmento somam 3,1 milhões de unidades, 4,4% mais que no mesmo intervalo de 2010.

A Fiat segue na liderança do mercado de automóveis e comerciais leves, com 66,3 mil unidades vendidas (21,7% de participação), seguida por Volkswagen, com 60,1 mil (19,7%) e General Motors, com 56,9 mil (18,6%).

A Ford manteve-se no quarto lugar, com 27 mil unidades (8,7%) e a Renault, em quinto, com 21,9 mil (7,1%). As demais marcas ficaram com participações abaixo de 3,6%.

Fonte: O Estado de S. Paulo

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Transportadores com melhor desempenho recebem Prêmio da revista Transporte Moderno


A 24º edição do prêmio Maiores do Transporte e Melhores do Transporte, da revista Transporte Moderno, reuniu mais de 500 pessoas no hotel Unique, em São Paulo, entre empresários, representantes de companhias privadas e estatais, presidentes de sindicatos e personalidades ligadas ao setor. Representando o governador Geraldo Alckmin (PSDB), o secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, também prestigiou a cerimônia, que neste ano homenageou três pioneiros dos transportes – os empresários Thiers Fattori Costa, Belchior Saraiva e Myrthis Setti Braga.

Além de premiar aquelas que apresentaram os melhores resultados no balanço financeiro, neste ano, a revista Transporte Moderno também destacou as maiores companhias do setor.

Entre operadores do transporte, a Vale, Transpetro, MRS, Auto Viação 1001 e Metrô-SP venceram tanto na categoria Melhores quanto Maiores. Também levaram o prêmio Maiores a JSL, TAM, Breda e SPTrans.

Ainda como Melhores, receberam o prêmio, na categoria operadores, a Tegma, Unicargo, Gol Linhas Aéreas, Real Brasil e Transporte Flores. Entre as Melhores da indústria, ganharam o prêmio a Usiminas, Vipal, Marcopolo, Fiat Automóveis, Randon, Embraer, Usiminas Mecânica e STX Niterói.

As empresas premiadas como as Melhores de serviços foram a Petrobras Distribuidora, Correios, Distribuidora Automotiva, Petrobras – Petróleo Brasileiro, Ecovias, Prodata, Andrade Gutierrez, Totvs, Sascar, Prosegur, Banco Volvo e Banco do Brasil.

O concurso de Pintura de Frotas, em sua 43ª edição, premiou a Fiel Turismo (Macaé, RJ), no segmento de Transporte Rodoviário de Passageiro e a Via Verde (Manaus, AM), no setor de Metropolitano de Passageiros.  Já no Transporte de Carga, a Gardênia Express Logística (Maringá, PR) ficou com o prêmio.

Fonte: Revista Transporte Moderno

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Fábricas de caminhões e ônibus devem ampliar férias coletivas


Apesar da desaceleração da economia, não há corrida na indústria para ampliação de férias coletivas neste final de ano.

Segundo empresas e sindicatos de trabalhadores, na maioria dos casos os períodos de folga serão semelhantes aos concedidos nos últimos anos.

Entre as exceções estão fabricantes de veículos, principalmente caminhões e ônibus, que esticaram o período em que a produção será interrompida.

Com vendas aquecidas neste final de ano e previsão de queda no primeiro trimestre de 2012, as montadoras de caminhões e ônibus aceleram a produção neste mês e já programam para janeiro férias coletivas de até 30 dias, maiores que as do ano passado, cuja período foi de 10 a 20 dias.

Na Scania, de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, por exemplo, 80% dos 3.600 funcionários da produção entram em férias coletivas no dia 2 de janeiro e só voltam a trabalhar no dia 2 de fevereiro.

“Houve uma antecipação de compras este ano”, diz o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Sérgio Nobre.

Em 2012, caminhões e ônibus passam a ser equipados com motores adaptados ao padrão Euro 5, que estabelecem menor emissão de poluentes.

Por serem menos poluentes, os veículos vão custar em torno 15% a mais do que os atuais. Para fugir do aumento dos preços, os empresários do setor anteciparam compras que fariam em 2012.

Com isso, as montadoras esperam uma redução nas vendas de caminhões em 2012, especialmente, no primeiro semestre.

Já no setor de eletroeletrônicos, cujas vendas também estão aquecidas, alguns fabricantes reduziram e até cancelaram as folgas de fim de ano.

A Tecnicolor, que produz modems e decodificadores para sinal de TV por satélite e cabo na Zona Franca de Manaus, é uma delas.

A empresa, que deu folga de dez dias aos funcionários em 2010, não vai parar neste final de ano. Hoje, a Tecnicolor emprega cerca de 780 pessoas, 60 a mais que em 2010.

“Vamos reforçar a produção para atender a demanda maior e fazer frente ao avanço dos equipamentos importados da China”, conta Wilson Périco, diretor da Tecnicolor.

A indústria química deve manter a mesma política praticada no ano passado. “Pode ser que uma ou outra empresa amplie, mas no geral os períodos de férias coletivas serão normais”, afirma o presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Fernando Figueiredo. ”Não é assim de hoje para amanhã que se pode parar uma planta química.”

Na capital paulista, 215 empresas já comunicaram o Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Mogi das Cruzes e Região que darão férias coletivas para quase 38 mil trabalhadores. Em 2010, os números eram mais modestos: 80 empresas e 16 mil pessoas.

“O período em que os trabalhadores ficarão de férias não aumentou”, diz o presidente do sindicato, Miguel Torres. Na maioria das empresas, a folga será de 10 a 20 dias.

Nas principais montadoras de automóveis instaladas no País, normalmente o período médio de férias coletivas era de 20 dias.

Em 2010, a média foi dez dias, porque as vendas estavam elevadas. Este ano, em setembro, Volkswagen, Fiat, Ford e Scania suspenderam temporariamente a produção para diminuir os estoques e se preparam para parar novamente.

A maioria dos 8 mil metalúrgicos da fábrica da Volks em São Bernardo do Campo para no próximo dia 26 e retorna no dia 3 de janeiro.

Mas não são férias coletivas, e sim compensação feita ao longo do ano, explica Sérgio Nobre, presidente do sindicato da categoria.

Na Ford, os trabalhadores de São Bernardo terão 23 dias de folga. Eles saem em coletivas no dia 12 e retornam no dia 30, que cai na sexta-feira.

Como esse pessoal tem credito no banco de horas e emendará com as férias, o retorno ao trabalho será em 4 de janeiro, segundo sindicalistas.

Fonte: O Estado de S. Paulo, Por Marcelo Rehder

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Produção nacional de caminhões e ônibus cresce em ritmo acelerado


A produção de veículos no mercado brasileiro somou 274,5 mil unidades em novembro deste ano, uma queda de 9,1% na comparação com novembro de 2010 e expansão de 3,4% quando comparada ao mês anterior.

Esse desempenho da fabricação freada combinada ao aumento de 14,6% nas vendas para 321,6 mil unidades levou à redução dos estoques que vinham incomodando as montadoras.

Ao final de novembro havia no pátio das empresas e das concessionárias o equivalente a 35 dias de produção, no mês passado esse número estava em 40 dias.

Os dados foram divulgados ontem pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Apesar das vendas maiores em relação ao mês de outubro, na comparação com novembro o desempenho comercial do setor automotivo recuou 2,1%.

Apesar desses números negativos do setor como um todo, o segmento de caminhões continua a mostrar o desempenho positivo que vem apresentando em 2011.

A produção desses veículos somou 19.289 unidades, 10,9% a mais que no mesmo mês do ano passado. No acumulado do ano a saíram das montadoras de caminhões quase 198 mil veículos, 13,5% a mais que no ano passado.

Dentre as categorias, os mais fabricados no ano continuam sendo os semipesados e pesados, com 68.680 e 60.248 veículos, respectivamente altas de 19,1% e de 7,7% ante mesmo período do ano passado.

O resultado fez os semipesados também ultrapassarem os veículos do segmento leve como os mais fabricados do ano em termos percentuais. Agora, os leves apresentam alta de 18% no ano até novembro.

O ritmo de vendas, porém, continua se descolando da produção. Enquanto no mês passado 76% da produção haviam sido comercializados, em outubro esse indicador voltou a recuar e ficou em cerca de 70%. O número de licenciamentos somou 13.441 unidades.

No ano, as vendas parecem estar colocando o pé no freio à medida que as novas regras de emissão de poluentes se aproximam e com essa regra, um quase certo aumento de preços de veículos novos entre 15% e 20%, de acordo com montadoras ouvidas pelo Portal Transporta Brasil.

A MAN (que fabrica e comercializa a marca própria e da Volkswagen) é a primeira colocada em vendas. No acumulado do ano, a alemã vendeu 46.510 veículos, cerca de 30% do mercado nacional, um crescimento de 14,8% ante 2010.

Esse volume de vendas está 19,7% acima da segunda colocada, a Mercedes-Benz, que encerrou os 11 meses de 2011 com a comercialização de 38.849 veículos, alta de 5,9% no período.

Em terceiro aparece a Ford com 27.588, em quarto a Volvo com 17.234, crescimento de 30% e em quinto a Iveco com 13.050 caminhões no ano, expansão de 25,5%.

A Scania continua a perder participação de mercado 11% em comparação a 2010 e continua em sexto lugar no mercado brasileiro.

Não houve mudanças nos segmentos mais vendidos. Os semipesados continuam no primeiro lugar com crescimento de 20,5%, os semileves aparecem novamente com o segundo maior crescimento em comparação a 2010 com 14,8%, seguido dos leves com 14% de vendas a mais.

Em número de unidades comercializadas os semipesados registraram 53.616 caminhões no ano e os pesados aparecem logo a seguir com 47.268 veículos entregues.

Apesar de reduzir um pouco a participação de mercado, os importados continuam apresentando um crescimento expressivo.

Em onze meses a expansão está em 56,8% ante os 57,4% do mês passado em comparação a 2010. Os pesados têm as maiores vendas com um total de 2.050 unidades vendidas no Brasil somente em 2011.

Ônibus e automóveis


Na categoria para transporte de passageiros (incluindo chassis), as vendas consolidadas do ano seguem o ritmo de crescimento.

Enquanto no mês de outubro esse indicador alcançou alta de 22,1%, com 28.170 unidades no acumulado até novembro alcançou vendas de 31.106, crescimento de 21,6%.

Mais de 24 mil unidades foram fabricadas pela Mercedes e MAN, as primeiras colocadas, respectivamente.

Com a soma das vendas entre veículos leves e comerciais leves, a Fiat continuou como a marca mais vendida do ano com 685.110 unidades.

Em segundo lugar está a alemã Volkswagen com 638.540 carros comercializados. Em terceiro lugar está a GM com 571.312 veículos e em quarto a Ford, 285.659 unidades novas colocadas no mercado.

A francesa Renault, continua em quinto lugar com 172.724 carros. No total, foram vendidos 3.096.486 veículos dessas duas categorias.

Na avaliação do presidente da Anfavea, Cledorvino Belini, os estoques estão em um nível normal. “Se nós considerarmos que a maior parte dos países trabalha com 60 dias de estoque estamos com um nível bastante coerente e adaptado à realidade”, afirmou.

E a perspectiva é de que o setor feche com um número menor ainda porque ele lembrou que a maioria das montadoras entrará em férias coletivas depois do Natal e algumas permanecerão fechadas na primeira quinzena de janeiro.

“Nós paramos nos primeiros quinze dias de janeiro, que acaba sendo um período de ajuste de estoques também. Além disso, o mês de janeiro é mais fraco em vendas, fato que deve equilibrar os estoques”, estimou o executivo, que também é o presidente da Fiat.

Para ele, o desempenho do mês de novembro foi uma grande surpresa. Fatores como a maior disponibilidade de crédito e ao aumento do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos importados, deve contribuir para o aumento das vendas do setor no mercado interno em 2012.

“Acreditamos que a indústria brasileira vai ter uma maior participação nas vendas”, comemorou.

Apesar do otimismo, a entidade revisou para baixo a projeção de vendas para este ano. A nova previsão é de que as montadoras vendam 50 mil unidades a menos, ou seja, passarão de 3,680 milhões de unidades para 3,630 milhões, se esse número se confirmar, o crescimento no ano será de 3,3%.

Fonte: Transporta Brasil, Por Maurício Ferla

domingo, 18 de dezembro de 2011

How To Prepare When You Only Get One Shot At Persuasion


Por Kaihan Krippendorff

If you’ve seen Eminem’s movie 8 Mile, you surely remember the scene of an industrial basement packed with hip-hop fans assembled for the battle between rival rappers. Will they cheer you or boo you off the stage? The refrain repeats, “You’ve got one shot.” It’s the pivotal moment in which you must persuade them to join your movement or slouch off stage in humiliation.

Much of what is written about persuasion addresses the challenge of building influence over time. But when you have only one shot, you need to prepare differently.

This week I had to prepare for such a “one shot” moment. I had a high-stakes meeting scheduled in a sky-high Wall Street office overlooking the Hudson River and New York City skyline. Luckily, my father had recently given me a thick tome called Persuasion in Society, the first book I’ve seen that backs up a breadth of insights on influence with hard-nosed research. One of the chapters explicitly addresses the unique challenge of making the most of your “one shot.” Here are eight tips that helped me prepare for my pitch. They worked wonders, by the way. The meeting went exactly as we had hoped.

1. Be one-sided: The research shows a one-sided argument is more convincing than a balanced one. So don’t be an impartial professor who addresses pros and cons. Instead be passionately convinced of your point of your view and just present that.

2. Leave something unsaid: Though you usually want to be explicit about the conclusions you want people to make, if you are going to speak to intelligent and discriminating audiences it’s better to leave something for them to figure out. People are more convinced by conclusions they derive. So, for example, don’t calculate the market potential of your idea. Instead give them the variables--number of people, percent who would buy, average price they would pay--and let them do the calculation themselves.

3. Enter the “realm” of story: This, the book says, encourages others to “activate story-congruent memories from their own lives.” Whether these stories are fictional or factual, the effect is just as powerful. So plot your key stories and practice them.

4. Match your credibility to the extremity of your position: The further you are asking people to stretch from accepted points of view, the more important it is to establish yourself as a highly credible expert. People believe experts. In my case, I added several slides with endorsements and client lists that established me as a strategy expert since what I was asking them to do was make a choice they normally avoid.

5. Consider ego involvement: Anyone you are seeking to persuade has come to the meeting with latitudes of acceptance: things they are willing to accept, are neutral on, and will reject. When people’s egos are involved, when they think “This issue matters to me personally,” their latitude of acceptance narrows and their latitudes of neutrality and rejection widen. Put this insight to your advantage by considering how involved people’s egos are and whether your position falls into their latitude of acceptance. In my case, I knew what I was proposing was outside of normal acceptance so I made sure to avoid language that would get them personally involved too early.

6. Avoid fear: The research the book cites contradicts much of what I have come to believe, which is that people are more motivated by avoiding something bad than getting something good. Fear’s impact is “surprisingly small.” So don’t depend on it.

7. Identify which (of 5) types of audiences you will address: Will your audience be hostile and disagreeable, critical but conflicted, uninformed, sympathetic, or activated? Don’t waste your energy informing an audience that is already activated and behind you. They just want to know what to do to support you. I felt my audience would be uninformed, not disagreeable or conflicted. So I adjusted my tone accordingly.

8. Choose your deep metaphor: Your word choice will activate a frame, a metaphor, that your audience imagines as they are considering your pitch. Choose a frame that works in your favor. I thought of three frames--a dam breaking, an unstoppable train, and a revolution. I then listed the pros and cons of each metaphor and decided the unstoppable train was the best for this situation. So I peppered in words like “track,” “momentum,” “journey,” and “station” (e.g, “we started the journey five years ago...and realized we are on a fast track”).

Of course you want to think about the usual stuff--your storyline, proof points, timing--but adding 30 minutes to think through these eight points may make the subtle, subconscious difference that sets you off on the right direction at your next critical junction.

Fonte: Fast Company

Na estante do gestor: novidades literárias da semana

Os principais lançamentos da semana e a resenha de um livro em destaque.

CRÍTICA / DESENVOLVIMENTO

 

Livro traz visão pragmática dos tecnocratas chineses
MARTIN WOLF
DO “FINANCIAL TIMES”

Justin Lin é um exemplo de um fenômeno relativamente novo: um acadêmico chinês autoconfiante e interessado na formação de políticas mundiais.

Ele é economista-chefe e vice-presidente sênior do Banco Mundial. Fez seu doutorado na Universidade de Chicago, mas é um estudioso caracteristicamente chinês: profissional, patriótico, mas, acima de tudo, pragmático.

O livro "Demystifying the Chinese Economy" é uma tradução de palestras dele na Universidade de Pequim, e traz sua visão sobre a ascensão da China.

Concordemos ou não, precisamos entender como pensa um homem como Lin. O que o livro nos diz, portanto?

Primeiro, o desempenho da China tem sido espantoso. "O crescimento anual médio é de 9,9% e o crescimento anual médio em seu comércio internacional é de 16,3%."

Segundo, seu crescimento também beneficiou o mundo: "o forte crescimento da China durante a crise foi a mais importante força propulsora para a economia mundial."

E o livro tem mais a revelar. Uma discussão intrigante é sobre o motivo pelo qual a China tenha ficado para trás do ocidente no século 19.

Lin diz que o Ocidente conquistou os avanços do método científico e que, na China, os intelectuais estavam limitados devido aos rigores de exames do serviço civil.

Em termos de políticas públicas, ele traça uma distinção entre as estratégias de desenvolvimento que "desafiam as vantagens comparativas" ou e as que as "acompanham". O primeiro grupo, argumenta, é o que caracterizou a maior parte dos países em desenvolvimento.

Os resultados incluem empresas inviáveis, grandes subsídios, distorções nas finanças, corrupção generalizada e crescimento lento.

Dessa perspectiva, a base do sucesso chinês está nas autoridades econômicas terem desenvolvido a economia na direção em que ela desfruta de maiores vantagens comparativas dinâmicas.

Mas o autor não desconsidera o muito que ainda resta por fazer. Está preocupado com a crescente desigualdade, por exemplo. Diz que uma ampliação maior na disparidade entre a renda urbana e a rural seria explosiva. Mas não defende a redistribuição de renda. Acredita que novas melhoras nos mecanismos de mercado se provarão efetivas.

Uma política que enfatiza é o desenvolvimento de pequenos e médios bancos, para apoiar pequenas e médias empresas. Também dedica atenção aos "três excessivos" -investimento, crédito e superavit comerciais.

Está muito claro que a economia chinesa passa de fato por desequilíbrios. O livro de Lin não é a obra definitiva sobre o desenvolvimento chinês. Muitos tópicos foram desconsiderados, além da política, como seria de esperar.

Mesmo assim, é perceptivo e informativo. Acima de tudo, resulta de uma posição intelectual que tem se tornado deprimentemente rara: o professor acredita firmemente nos poderes benéficos das forças de mercado.

Mas também está ciente da necessidade de uma abordagem política pragmática: o mundo não está nos livros didáticos. Suspeito que essa seja a atitude que o planeta deva esperar dos tecnocratas chineses que exercerão cada vez mais influência nas próximas décadas.

Se for esse o caso, deveríamos celebrar: poderíamos nos sair muito pior.

(Tradução de PAULO MIGLIACCI)

DEMYSTIFYING THE CHINESE ECONOMY
AUTOR Justin Yifu Lin
EDITORA Cambridge University Press
QUANTO US$ 27,99 (330 págs.)

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LANÇAMENTOS

#1- NACIONAIS

NEGÓCIOS
Nos Bastidores do Walmart
Charles Fishman
EDITORA Saraiva
QUANTO R$ 49 (264 págs.)
TRADUÇÃO Leandro R. Woyakoski

Escrito pelo editor sênior da revista "Fast Company", o livro quer mostrar a criação, o crescimento e como funciona a maior cadeia varejista do mundo. Com texto de reportagem -que conta com entrevistas-, a obra mostra ainda o impacto do Walmart na vida da comunidade e dos funcionários.

CRISE
Bumerangue
Michael Lewis
EDITORA Sextante
QUANTO R$ 24,90 (224 págs.)
TRADUÇÃO Ivo Korytowski

Causas e consequências da crise econômica são o fio condutor, mas de uma forma diferente. O autor foi à Europa conversar como personalidades como um monge que passou a explorar o capitalismo para salvar seu mosteiro e pescadores que passaram a fazer operações cambiais milionárias.

FINANÇAS PESSOAIS
Filhos: Seu Melhor Investimento
Celina Macedo
EDITORA Campus/Elsevier
QUANTO R$ 35 (144 págs.)

A autora orienta os pais na educação financeira dos filhos em cada fase dela, dos dois aos 18 anos. Com perfil de guia prático, o objetivo do livro é ajudar os pais a enfrentar situações como o pedido de um filho diante de um brinquedo e a criar pessoas educadas financeiramente e vencedoras.

DESENVOLVIMENTO
O Brasil do Século XXI
Pedro Garcia Duarte, Simão D. Silber e Joaquim J. M. Guilhoto (orgs.); Antonio Delfim Netto (coord.)
EDITORA Saraiva
QUANTO R$ 68 (448 págs.)

Uma compilação de artigos, a obra é resultado de seminários coordenados por Delfim Netto e discute questões relativas à economia brasileira. Inovação, política industrial e comércio exterior são alguns dos temas abordados.

DIREITO
Finanças na Advocacia
Adnilson Hipólito
EDITORA Juruá
QUANTO R$ 52,11 (242 págs.)

Aborda a administração financeira na advocacia e mostra que, para que um escritório tenha um crescimento sustentável, é preciso um planejamento financeiro. O livro traz conceitos e ferramentas que podem ajudar o leitor da área de direito ou de administração a planejar uma gestão eficiente para seu escritório.

HISTÓRIA
Os Judeus e o Capitalismo Mundial
Jerry Z. Muller
EDITORA Saraiva
QUANTO R$ 39,90 (323 págs.)
TRADUÇÃO Marcelo Barbão

Em quatro ensaios, a obra analisa a relação histórica dos judeus com o capitalismo e o impacto dela na história do povo e da Europa. O autor explica por que muitos judeus tiveram sucesso nas sociedades capitalistas, desmitificando diversos aspectos dessa relação.


#2 - INTERNACIONAIS

INVESTIMENTO
Laughing at Wall Street
Chris Camillo
EDITORA St. Martin's Press
QUANTO US$ 24,99 (240 págs.)

O autor é alguém comum que diz ter talento para identificar tendências de investimento no cotidiano. Em três anos, ele chegou a US$ 2 milhões após um investimento de US$ 20 mil no mercado de ações. Seu argumento é que não é necessário muito dinheiro e análises complicadas para se tornar um grande investidor.

BIOGRAFIA
When Money Was In Fashion
June Breton Fisher
EDITORA Palgrave Macmillan
QUANTO US$ 27 (288 págs.)

Conta a história do crescimento de Wall Street, do Goldman Sachs e de Henry Goldman, um homem que, apesar de pouco aparecer na história do banco, foi o precursor de várias práticas modernas de investimento. Goldman costumada dizer a seus protegidos algo como: "Lembrem-se: dinheiro está sempre na moda".

por MARIA PAULA AUTRAN

Fonte: Folha de São Paulo